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panqueca de banana

ser esponja

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panqueca de banana com pasta de amêndoa

A antroposofia (e não só ela) diz que o café da manhã é a refeição principal. É a refeição que devemos ingerir uma quantidade maior de gorduras. Um café da manhã de rei (ou rainha) ditará o nosso nível de energia para o dia todo. Frutas, carboidratos e gorduras devem compor o cardápio. A longo prazo esta opção ajudará também em dietas de emagrecimento e, segundo o meu médico/homeopata, evitará as gordurinhas (= pneuzinhos) quando envelhecermos. Por ser a nossa refeição favorita, incrementar o café da manhã não foi um problema. Agora, você que levanta e sai para um dia intenso sem comer nada pela manhã, talvez deva repensar os hábitos (ou nas gordurinhas).

A nossa primeira refeição acontece por volta das 7 ou 7:30 horas da manhã. Cada um consome uma tigela de mamão com chia, aveia e pólen (que alterna dias com pó de guaraná); uma tapioca com bagaço de amêndoas e uma folha de acelga, que ajuda no processo digestivo (o Marcos troca a folha por duas finas fatias de mussarela de búfala). De duas a três vezes por semana adicionamos também um ovo cozido. Ele é uma fonte de “gordura boa” e uma dose extra de proteína para o dia. Depois de comer, a caminho de reuniões ou do co-working tomamos sempre um chá de gengibre, camomila, erva cidreira ou capim limão.
Se você se enjoa fácil de comer todos os dias a mesma coisa tente variações como a crepioca ou uma panqueca de banana. Esta manhã fizemos isto!

Panqueca de Banana:

Rende 4 panquecas (bem finas).
Cada um consumiu uma no café da manhã, e a segunda será um lanche da tarde.
2 bananas
2 ovos
4 a 5 colheres de sopa de farinha de arroz, tapioca ou aveia.
Bata tudo bem e prepare as panquecas em uma frigideira antiaderente. Elas podem ser recheadas com o bagaço de amêndoas e geléia por exemplo.
Procure sempre utilizar geléias sem açúcar. Se não encontrar, compre uma normal (com açúcar mesmo). Evite as opções “diet ou light”, que além de não fazerem bem, e não serem saborosas, podem ser prejudiciais à saúde por causa de suas doses de adoçantes.

leite de amêndoas

ser esponja

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as amêndoas, o leite e o bagaço

A nossa alimentação em geral é bem balanceada. Produtos sem glúten já se tornaram normais na nossa rotina, desde que descobri uma intolerância há 3 anos atrás. Há algum tempo estamos também diminuindo as doses de lactose. Nunca fui de tomar muito leite, mas gostava de um café com leite logo pela manhã, ou no lanche da tarde, quando batia o cansaço do dia e a lista de tarefas ainda era longa. Alguns anos atrás comecei a trocar o leite desnatado pelo leite de soja, mas que logo me enjoou pelo sabor excessivamente adocicado. O Marcos por outro lado tinha o costume de tomar muito leite quando mais novo. Normalmente no lanche da tarde ele aparecia com uma grande tijela com banana e ninho. Desde que nos mudamos os dois diminuíram drasticamente essas quantidades. O ano passado iniciamos uma pesquisa de qual leite seria o ideal para nós. Muita pesquisa e pouca mão na massa por não parecer uma prioridade, acabamos deixando o tempo passar.
No final do ano passado, um pouco antes de uma viagem para o Hawaí, testamos o nosso primeiro leite de amêndoas. Chegando lá vimos muitas opções de como utilizá-lo. Shakes e smoothies saborosos, nutritivos e naturais. A convivência com as minhas irmãs também abriu o nosso olhar para outras possibilidades. Desde então tornamos isto parte da nossa rotina. Como sobra do leite se tem também o bagaço da amêndoa, que para nós, com um toque de tempero, virou uma pasta para tapioca de todas as manhãs, em substituição de queijos em geral.

Como fazer?

Lave aproximadamente 200gr (um copo) de amêndoas frescas.
Deixe de molho, de um dia para o outro, com água cobrindo. Se não conseguir bater já no dia seguinte, guarde por mais alguns na geladeira.
Escorra a água que ficou de molho. Nós utilizamos a amêndoa toda, mas é possível retirar a película também.
Bata as amêndoas no liquidificador com 3 ou 4 copos de água. A quantidade de água é opcional, pois depende se quer um leite mais espesso ou diluído. O ideal é tentar e escolher a opção que te agrada mais.
Coe utilizando um pano fino, ou uma peneira com pequenos espaços.
Um copo de amêndoas rende aproximadamente 1 Litro de leite.
O leite de amêndoas é gostoso fresco e principalmente batido com frutas como banana, manga ou morango. Ele dura três dias na geladeira.

banana bread

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banana bread com geléia de figos

O pão de banana, ou mais popularmente conhecido como banana bread, está nos livros de receita da minha família já há algum tempo. Uma receita aqui, outra dali. Quando veio a intolerância ao glúten esquecemos um pouco disso e em uma manhã de sábado tivemos um reencontro com este prato. Um amigo, de origem australiana, chegou na praia com o seu usual “sombrero”. Nas mãos um prato, uma faca e um outro pequeno recipiente. Ele sabia de minha intolerância e logo disse que era sem glúten (com um pouco mais de sotaque) e informou que o banana bread acabara de sair do forno e que deveríamos passar um pouco de manteiga para comer fresco e como os australianos. Seguimos as ordens e foi de fato um delicioso lanchinho após o surfe. O grupo de amigos começou a cobrar este ritual e ele seguiu por alguns outros finais de semana aleatórios.
É curioso que pela internet encontramos diversas receitas para o “banana bread australiano”. Diz-se que ele tem grande importância na alimentação deles e que por isso criaram um dia Nacional do Banana Bread, que é no dia 23 de Fevereiro.
Aquela frase que todos nós ouvíamos quando crianças, que comer bolo quente, que acaba de sair do forno, dá dor de barriga, acho que não se aplica a esse caso. É uma receita fácil e deliciosa, seja com um pouco de manteiga, com um pouco de geléia, ou até mesmo puro. O gostoso mesmo é comer ele fresco e quentinho.

3 bananas maduras
2 ovos
1 xícara de mix de farinha sem glúten
½ xícara de açúcar demerara
½ xícara de nozes moídas (opcional)
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de essência de baunilha
60g de manteiga derretida

Misture a farinha com o fermento. Adicione o restante dos ingredientes secos e continue misturando. Junte e misture delicadamente os ingredientes molhados. Coloque em forma de pão (metal ou silicone) untada, em forno pré-aquecido a 180C.
O tempo que deve ficar no forno pode variar muito entre modelos e marcas, então o ideal é que não se abra o forno nos primeiros 20 minutos, e então verifique de tempos em tempos se ele está pronto. Para aqueles que não conseguem perceber apenas pelo olhar, utilize um palito mais comprido (pode ser daqueles de churrasco mesmo) ou um garfo para ver se ele está assado no meio. O pão estará pronto quando o palito sair seco e sem resíduos.

pão negro de abóbora com alecrim

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Regular sam 2978

preparação da farinha do pão

Pão é provavelmente o alimento que mais me apetece. Branco, integral, com passas, de banana, abóbora, batata doce, com ou sem fermento, com ou sem glúten. A lista de possibilidades é infinita. Desde o começo do ano passado, quando Kalina e eu juntamos as escovas de dente, comecei a estudar mais a respeito da arte de assar um pão. Isto faz parte do nosso esforço de comer somente alimentos saudáveis, naturais e, sempre que possível, sem qualquer aditivo químico. Além disso, como sabem, Kalina é intolerante ao glúten e é difícil achar pães sem farinha de trigo, que sejam gostosos e acessíveis. De lá pra cá, durante minhas tentativas, alguns pães murcharam, muitos cresceram. Alguns ficaram mais saborosos do que os outros. Alguns viraram presentes para amigos e familiares. De qualquer forma, minha paixão pelo alimento só cresceu e minha vontade de aprender e compartilhar os detalhes desta arte, também.

O pão de farinha de arroz negro com alecrim foi um dos mais bem sucedidos até agora. E é sem glúten! A receita veio pela mãe da Kalina e é uma adaptação de uma indicação de outra pessoa. Para fazer é simples. Em cerca de 2 horas você pode transformar alguns ingredientes sem graça em um pão quentinho saindo do forno, repleto de sabor e intensidade emocional, que fará seu dia mais leve e feliz. Você está preparado?

A farinha para pães sem glúten precisa ser uma mistura de várias farinhas. O glúten é uma proteína do trigo que dá aquela textura macia aos pães de trigo. Para alcançar este resultado, misturei os seguintes ingredientes:

  • 3 xícaras de farinha de arroz negro ( pose ser substituído por farinha de arroz normal )

  • 1 xícara de polvilho doce

  • ½ xícara de farinha de milho

  • 1/2xícara de fécula de batata

  • 3 cs de goma xantana

Misture tudo bem em um tigela e guarde num pote de vidro bem fechado. ( pode ficar guardado por um par de meses sem problemas ).

Abaixo, os ingredientes necessários para fazer o pão:

  • 2 ½ da mistura de farinha acima

  • 1 cs de açúcar ( o demerara é o mais indicado )

  • 1 cc de sal

  • 1 cs de fermento biológico seco

  • ½ xícara de alecrim

  • 2 ovos

  • 1 cc de vinagre de maça

  • 4 cs de óleo

  • 140 ml de água

  • 1 xícara de abóbora cozida e amassada ( pode ser batata doce também )

Aqui, 10 passos simples para preparar a massa do pão:

  1. Misture todos os ingredientes secos em uma tigela, inclusive o alecrim.

  2. Abra um espaço no centro e introduza todos os ingredientes líquidos, inclusive a abóbora amassada.

  3. Mexa tudo muito bem, com uma colher ou batedeira, até virar uma massa homogenêa.

  4. Unte uma forma de pão com óleo, ou manteiga, e cubra com uma fina camada de farnha de fubá, ou tapioca.

  5. Coloque a massa na forma e leve-a ao forno, ainda desligado, mas com a luz interna acesa. Esta luz será suficiente para aquecer o interior do fogão levemente e ajudará a massa a crescer. Deixa ali dentro até a massa quase dobrar de tamanho. Isto levará cerca de 15 a 30 minutos

  6. Retire a massa e ligue o forno à 200 graus.

  7. Repita o passo inicial misturando a massa novamente. Como esta não tem glúten, a intenção aqui não é sovar o pão, já que a sova só é útil apenas para trabalhar o glúten. Ao realizar este processo após o crescimento, reitramos os gases criados pela fermentação da massa. Reserve-a enquanto o forno aquece.

  8. Após 15 minutos de pré-aquecimento, introduza a massa no forno, diminua a temperatura para 180 graus e asse o pão por cerca de 30 minutos. Nos últimos
    10 minutos, suba a temperatura para 220 graus para fazer uma casca crocante no pão.

  9. Após este tempo, enfie um palito de dente na massa para ver se o pão assou por completo. Se o palito sair limpo, significa que está pronto.

  10. Retire a massa do forno, desenforme imediatamente e deixe o pão esfriar sobre uma estrutura elevada, que permita sua base respirar. Isto ajudara a alcançar a melhor consistência, e garantirá um pão completamente assado.

Daí em diante é só aproveitar. Nós adoramos com um pouco de manteiga Aviação ou geléia Dalfur.

Vale lembrar que, como estes pães caseiros não tem conservantes, é preciso tomar as devidas precauções no armazenamento. Nós costumamos utilizar um recipiente de vidro herméticamente fechado, ou saco plástico próprio para armazenamento de alimentos. O ideal é consumir este pão fresco, mas pode armazená-lo na geladeira por alguns dias. Para consumir, basta esquentar em uma torradeira, forninho ou frigideira. Caso queira guardar por mais tempo, pode deixar o pão no freezer por algumas semanas.

Bom proveito! : )

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pão saindo do forno

Regular sam 2981

pão quentinho

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um café da manhã com pão caseiro

cardápio verde, laranja e rosa

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Regular sam 3172

sucos para levar nas garrafas que adquirimos durante as férias

O Marcos já compartilhou a nossa experiência sensorial do programa de sucos. A ideia do programa de três dias de detox que fizemos foi inspirado na experiência de um casal de amigos. Eles decidiram mudar os hábitos alimentares para ter uma melhoria no estilo de vida. Fizeram o mesmo detox que experimentamos durante três dias e depois disto balancearam a alimentação até hoje, dois meses depois, entre sucos e alimentos sólidos. O que nos chamou mais atenção na experiência deles foi a perceptível mudança no apetite. O paladar ficou mais aguçado e as escolhas mais seletivas. Ficamos curiosos. Eles por sua vez se inspiraram em um documentário que assistiram, conhecido como Fat, Sick and Nearly Dead. Um obeso que passa sessenta dias tomando sucos para se alimentar melhor, perder peso e recomeçar uma vida para o corpo. Pesquisamos um pouco mais a fundo, escolhemos três dias que se encaixariam bem em nossas rotinas, montamos o cardápio e fomos ao mercado. De preferência deve-se optar por frutas e vegetais orgânicos. No caminho para casa pegamos emprestada uma centrífuga da mãe do Marcos para seguir o programa ao pé da letra.

O “3 day quick start reboot” (um rápido recomeço de três dias) do Joe:

Os dias sempre começam com um copo (250ml) de água morna com limão e gengibre opcional.
Durante o dia é recomendada a ingestão de muita água para manter o corpo bem hidratado e não exagerar nas atividades físicas, pois ele precisa de energia para processar as novas informações. No site do programa existem opções para cada refeição e substituição de ingredientes. Vale a pena dar uma olhada na lista para entender as similaridades dos alimentos e aos poucos fazer suas próprias composições.

Montamos os nossos dias assim:

dia 01:

7h
carrot-apple-lemon
(serve duas porções de aproximadamente 500ml para cada)
4 maçãs
4 cenouras
2 limões

ao longo da manhã, um copo de água de coco.

12h-13h
garden variety
(duas porções)
4 maçãs
4 pepinos
16 folhas de couve (colocamos um pouco menos, pois as nossas folhas são maiores do que as americanas)
2 mãos cheias de salsa

15h-16h
australian gold
(uma porção)
½ abacaxi médio
1 pimentão amarelo
1 limão
2.5cm de gengibre fresco

19h-20h
green lemonade
(duas porções)
2 maçãs
4 mãos cheias de espinafre
16 folhas de couve
1 pepino
4 talos de salsão (aipo)
2 limões

22h30
just beet it
(uma porção)
2 beterrabas (pequenas)
2 peras
1 pepino
2.5cm de gengibre fresco

dia 02:

7h
peach or pear pie
(uma porção)
1 batata doce (crua)
2 pêssegos maduros (ou, se não for a época, duas peras podem substituir)
1 maçã
1 1/3 copos (aproximadamente 150g) de bullereis
uma pitada de canela

água de coco durante a manhã.

12h
green lemonade
(duas porções)
2 maçãs
4 mãos cheias de espinafre
16 folhas de couve
1 pepino
4 talos de salsão (aipo)
2 limões

15h-16h
mexi cali
(uma porção)
2/3 de um abacaxi médio
1 maçã verde
1 lima
½ jalapeño
1 mão pequena de coentro (substituimos por salsa)

19h-20h
joes mean green
(duas porções)
16 folhas de couve
2 pepinos
8 talos de salsão (aipo)
4 maçãs
1 limão
5cm de gengibre fresco

dia 03:

7h
un beet able
(duas porções)
2 beterrabas
6 cenouras
2 maçãs
15 folhas de couve
5cm de gengibre fresco

água de coco

12h-13h
joes mean green
(duas porções)
16 folhas de couve
2 pepinos
8 talos de salsão (aipo)
4 maçãs
1 limão

15h-16h
australian gold
(uma porção)
½ abacaxi médio
1 pimentão amarelo
1 limão
2.5cm de gengibre fresco

20h
sopa de abóbora com gengibre
e biscoitos de arroz sem glúten.

O quarto dia levamos uma alimentação ainda mais leve do que de costume, para que o corpo se acostumasse aos alimentos mais sólidos.

Regular sam 3155

café da manhã, almoço e lanche da tarde

Regular sam 3137

dia 01: água morna com limão e gengibre, e café da manhã

Regular sam 3151

no dia 02 guardamos o bagaço que utilizamos depois para fazer um pão

mango-licious

ser esponja

Regular creme

mango-licious pronto par servir

No calor sentimos menos vontade de comer, principalmente pratos quentes e pesados. O corpo pede alimentos leves, gelados e hidratantes. Para satisfazer estas necessidades, e mesmo assim não deixar de ingerir nutrientes, estamos criando diversas combinações de cremes e sucos para os lanches da tarde. Estes dias criei um creme de manga que ficou delicioso. O Marcos não estava em casa para provar, mas para ter certeza que valia a pena fiz ele novamente e compartilho hoje com vocês (e a noite darei um pouco para o Marcos provar).

mango-licious
(ou creme de manga e ameixa)

1 manga
2 ameixas secas (tamanho pequeno a médio)
6 pedras de gelo
(o gelo pode variar de acordo com o gosto de cada um. neste caso a manga estava em temperatura ambiente estão caprichei no gelo para deixar mais refrescante)
gengibre a gosto
(nós apaixonados pelo gengibre colocamos um pedaço do tamanho de uma colher de chá)

e depois?
bata todos os ingredientes no liquidificador e está pronto para consumir.
para complementar fica gostoso com um pouco de granola e até uma colher de iogurte dentado ou grego natural.

Regular img 01

ingredientes

Regular mixer

bata tudo no liquidificador

Regular creme 2

pão de abóbora com alecrim

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Regular sam 2826

pão de abóbora com alecrim

Uma rotina mais saudável te leva a ler cada vez mais os rótulos dos produtos expostos nas prateleiras dos supermercados. O Marcos é fissurado em pão e ingere altas doses destes carboidrato diariamente. Um pão aparentemente simples contém tantos componentes XYZ, I, II, III que as vezes nem sequer sabemos o que são. Para nós isto começou a parecer errado. Além disso sou intolerante ao glúten, uma proteína do trigo. Os pães desta categoria, apesar de conter produtos aparentemente mais reconhecíveis e naturais, não apetecem tanto o paladar. Para solucionar este impasse, o Marcos decidiu aprender a arte de fazer pães caseiros, com e sem glúten.

A pedidos de muitos, decidimos compartilhar aqui no blog as novas receitas, experiências, descobertas e delícias, que permitem termos uma alimentação mais saudável, e vocês a ter um acesso mais fácil ao nosso dia a dia na cozinha. Vamos começar com um pão, que saiu do forno neste último sábado e foi originalmente inspirado no pão de batata doce da The Veggie Voice.

Pão de Abóbora com Alecrim

  • 10 colheres de sopa de abóbora cozida e amassada

  • 10 colheres de sopa de polvilho doce

  • 5 colheres de sopa de polvilho azedo

  • 2 colheres de chá de sal

  • 2 colheres de chá de azeite de oliva extra virgem
    ( ou 1 colher de óleo de coco e 1 colher de azeite)

  • 1 punhado de alecrim ( a gosto)
    água

Vá adicionando os ingredientes com as colheres em uma vasilha e em seguida misture tudo com as mãos. Vá então adicionando água (em torno de ½ xícara de água, ou até que fique com a consistência de massinha de modelar). Pré-aqueça o forno por aproximadamente 10 minutos, a 200º graus. Faça bolinhas e coloque sobre uma assadeira untada com manteiga e farinha de fubá (ou tapioca). As vezes passamos as bolinhas na tapioca para que forme uma casquinha crocante. Leve ao forno a 180º graus, por aproximadamente 30 a 40 minutos (ou até dourar). Nos últimos dez minutos é possível aumentar um pouco a temperatura do forno para que forme uma casquinha. Esta receita rende em torno de 20 a 30 pãezinhos (depende do tamanho das bolinhas).

O ideal é consumir este pãozinho fresco, mas recomendamos armazená-lo na geladeira, e nos dias seguintes cortar ao meio e esquentar em uma torradeira, forninho ou frigideira.

Esperamos que gostem!

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a massa do pão de abóbora

Regular sam 2818

a consistência de massinha de modelar

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pãezinhos frescos

illustrations by kaju.ink
piece of cloud by AEROGAMI